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As dívidas são uma preocupação constante para a população. O endividamento das famílias pode causar diversos reflexos na economia, pois quanto mais elevado for, menos pessoas terão poder de compra.

Essa situação foi agravada por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus que acabou gerando diversos impactos. Os números são realmente preocupantes e mostram uma realidade que precisa ser mudada.

Quer saber mais? Continue lendo que vamos trazer algumas informações importantes sobre o tema.

O endividamento das famílias em números

Para que você possa entender o quanto o cenário é preocupante, vamos apresentar alguns dados divulgados em setembro na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O endividamento dos brasileiros chegou à marca de 67,5%. Este percentual é o maior já registrado desde janeiro de 2010, quando a série histórica da pesquisa começou.

Essas dívidas estão relacionadas com:

  • Cheque pré-datado;
  • Cartão de crédito;
  • Cheque especial;
  • Carnê de loja;
  • Crédito consignado;
  • Empréstimo pessoal;
  • Prestação de carro e de casa.

O endividamento das famílias está crescendo entre os de menor renda. Entre as que recebem até 10 salários mínimos, também é possível verificar outro recorde histórico, já que o percentual chegou a 69,5%.

Os tipos de dívidas mais comuns

Já se observarmos o tipo de dívidas, o cartão de crédito, que sempre foi a principal modalidade de endividamento, subiu para 77,8%. Em seguida, podemos observar os carnês com 17,3% e o financiamento de veículos com 10,6%.

Se todo esse montante de dívidas continuar crescendo, a economia será cada dia mais impactada e isso reflete diretamente nas famílias.

A interferência na rotina das pessoas

Pessoas endividadas normalmente estão mais preocupadas e isso acaba interferindo em toda a rotina, tanto na vida pessoal quanto profissional.

A dedicação ao trabalho, a produtividade e até mesmo a concentração, podem ser comprometidas quando as incertezas tomam conta dos pensamentos. O endividamento das famílias é um problema.

Pensando nisso, as empresas precisam desempenhar um papel de proximidade, para entender os anseios e necessidade dos colaboradores. Desta forma, será possível contribuir de forma efetiva para que os trabalhadores tenham uma rotina mais tranquila.

Educação financeira

Conhecer e saber como ter práticas de consumo responsáveis também é um ponto importante a ser considerado. Quando os recursos não são suficientes, é preciso planejamento para utilizá-los da melhor forma possível.

Com base nisso, a educação financeira deve estar presente no dia a dia. Claro que o efeito desse aprendizado viria mais para médio e longo prazo, mas o quanto antes for implementado, melhor.

Gerenciar custos e gastos é um desafio, que se não for feito de forma adequada, pode acabar desencadeando no alto índice de endividamento das famílias.

As finanças pessoais precisam ser controladas para que haja estabilidade. Assim, é possível identificar riscos e oportunidades que possam aparecer ao longo do caminho.

Em momentos de dificuldade, é preciso agir com sabedoria, por isso o papel das empresas e, principalmente, a atuação do setor de RH, são essenciais para garantir o bem-estar dos colaboradores.

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